Sue Bird explica por que Olivia Miles não foi convocada para a seleção dos EUA para a Copa do Mundo
Sue Bird comenta a ausência de Olivia Miles na seleção dos EUA para a Copa do Mundo 2026, destacando que ela ainda faz parte dos planos futuros.

Contexto sobre Olivia Miles e a sua temporada impressionante
Olivia Miles, a promessa rookie do Minnesota Lynx na WNBA, está a viver uma temporada de estreia extraordinária que a coloca como uma das jogadoras mais interessantes da liga. Miles, que tem chamado muita atenção pelas suas habilidades técnicas e talento natural, regista médias impressionantes de 19,7 pontos, 5,8 assistências e 4,7 ressaltos por jogo, com uma taxa de lançamento superior a 50%. Entre as suas conquistas está a vitória consecutiva em três prémios de Rookie do Mês — um feito raro que demonstra o impacto significativo que tem no Minnesota e na liga como um todo.
A sua temporada com o Lynx não só reforça o seu estatuto como jogadora-chave, como também ajuda a equipa a liderar a tabela da liga, evidenciando a sua contribuição essencial para o sucesso coletivo. Com uma pontaria certeira, jogo inteligente e capacidade de liderança em campo, Miles tornou-se rapidamente uma das figuras de destaque na WNBA.
A decisão de deixar Olivia Miles fora da seleção dos EUA
Apesar do desempenho impressionante e da temporada brilhante, Miles não foi incluída no plantel da seleção dos EUA para a Copa do Mundo de Basquetebol Feminino de 2026, um evento de grande prestígio que reúne os melhores talentos do mundo. Sue Bird, diretora da seleção feminina dos EUA, falou sobre a decisão numa conferência de imprensa transmitida no YouTube, explicando os critérios que levaram à escolha do plantel.
Bird destacou que a equipa foi cuidadosamente selecionada entre um grupo muito talentoso de jogadoras, e que infelizmente apenas 12 atletas podem fazer parte do plantel final. Ela sublinhou que Miles é uma jogadora excelente, jovem e com um futuro promissor, que já representou a seleção dos EUA anteriormente. Bird garantiu que Miles será seriamente considerada para futuras convocações e continuará a fazer parte dos planos da seleção.
A decisão de deixar Miles fora do plantel não reflete uma falta de reconhecimento das suas capacidades, mas sim a forte competição entre jogadoras talentosas, juntamente com a necessidade de ajustar o plantel às exigências táticas da Copa do Mundo. Ainda assim, a decisão gerou reações entre os fãs de basquetebol, que ficaram surpreendidos ao ver a jovem estrela fora da lista.
O significado e o futuro de Olivia na seleção
A ausência de Miles no plantel atual não significa o fim da sua carreira internacional. Sue Bird enfatizou que Miles será seriamente considerada para futuras seleções, e que a decisão atual está relacionada com limitações numéricas e a escolha de jogadoras com diferentes experiências e habilidades que se adequam às necessidades competitivas do torneio.
Considerando que Miles continua a liderar o Minnesota Lynx nas posições de topo da liga e a destacar-se na sua temporada, é provável que tenha oportunidades para integrar a seleção num futuro próximo, especialmente com o desejo de incorporar sangue novo e construir uma equipa forte a longo prazo.
Além disso, Miles é um exemplo para jogadoras jovens, mostrando que mesmo na primeira temporada é possível atingir níveis elevados e conquistar reconhecimento profissional. A experiência que acumulou até agora na seleção dos EUA e a fase de desenvolvimento em que se encontra garantem-lhe uma carreira internacional promissora.
O contexto mais amplo da seleção dos EUA
A seleção feminina dos EUA é uma das mais dominantes do mundo, com uma longa história de sucessos e títulos. A equipa é composta pelas melhores jogadoras da liga americana e mundial, e a escolha do plantel é um processo complexo que desafia treinadores e gestores. A cada temporada, muitas jogadoras talentosas competem por um número limitado de vagas, e a seleção exige um equilíbrio entre experiência, talento e diversidade de funções para se adequar às diferentes táticas.
A próxima Copa do Mundo, que será realizada em Berlim, é um evento central no calendário do basquetebol feminino, exigindo ajustes logísticos e táticos. As decisões sobre o plantel são tomadas tendo em conta o estado físico das jogadoras, a sua experiência internacional e a capacidade de integração no coletivo.
Em suma, Olivia Miles continua a ser uma das grandes promessas do basquetebol feminino americano, e Sue Bird deixa claro que, apesar de não integrar o plantel atual, ela permanece nos planos futuros da seleção dos EUA. A sua carreira está apenas a começar, e a temporada atual na WNBA é prova de que o seu percurso no basquetebol internacional está longe de terminar.